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FAO: Comunicação e Informação nº 228

 

 

COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO

Unidade de Coordenação de Projetos da Região Sul

Número 228

13 a 16 março de 2018

Diretor-Geral da FAO - José Graziano faz alerta sobre o alarmante excesso de peso e obesidade na América Latina e Caribe, durante a 35ª Conferência Regional para América Latina e Caribe (LARC), que aconteceu na Jamaica. Julio Berdegué Julio Berdegué - Representante Regional para América Latina e Caribe, durante o evento lembrou que a fome voltou a crescer e já afeta 42,5 milhões de pessoas na região. Evento tem quórum inédito, recebendo pela primeira vez delegações de todos os 33 países-membros da FAO a nível regional. Analise apresentada pelo oficial nacional de programas da FAO Valter Bianchini do PRONAF safra 2017/2018 de julho a fevereiro. O Programa Caminhos do Campo produziu uma série “Caminhos da Agroindústria Paranaense” o qual traz 4 reportagens que apresentam a importante contribuição da agroindustrialização paranaense que podem ser assistidos acessando os links. Por fim o Comunicação desta semana destaca a pratica serem inserida na Plataforma de Boas Práticas do projeto de seleção e produção desenvolvido pela EPAGRI.

Boa leitura.

O informativo também pode ser lido no link: http://boaspraticas.org.br/index.php/pt/informativo-fao-brasil.

Valter Bianchini

 

Oficial Nacional de Projetos da FAO

 

 

DIRETOR-GERAL DA FAO ALERTA SOBRE O AUMENTO ALARMANTE DO EXCESSO DE PESO E DA OBESIDADE NA AMÉRICA LATINA E NO CARIBE

Graziano da Silva pediu aos governos para consolidar a luta contra a fome e redobrar os esforços contra o excesso de peso e a obesidade.

 

Graziano da Silva encorajou os governos a aproveitar a oportunidade oferecida pela Década da Agricultura Familiar proclamada pela ONU (2019-2028), que visa chamar a atenção para as pessoas que produzem mais de 80% da alimentação do planeta e que, paradoxalmente, são muitas vezes as mais vulneráveis à fome.

De acordo com os últimos dados da FAO, mais de 1,9 bilhão de adultos tem excesso de peso no mundo e, destes, mais de 650 milhões são obesos.,

6 de março de 2018, Montego Bay – O Diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, pediu hoje aos governos da América Latina e do Caribe que mantenham a luta contra a fome no topo da agenda política e, ao mesmo tempo, enfrentem os níveis alarmantes de sobrepeso e obesidade com uma transformação radical dos sistemas alimentares.

"Erradicar a fome não deve ser a única preocupação em uma região na qual o sobrepeso afeta 7% das crianças menores de cinco anos e na qual 20% dos adultos dos 24 países são obesos", disse Graziano da Silva na abertura da 35ª Conferência Regional para América Latina e Caribe (LARC).

Em um feito sem precedentes, a reunião (5 a 8 de março) na capital jamaicana conta com 33 representantes dos países, todos da região.

"Devemos alcançar sistemas alimentares verdadeiramente sustentáveis nos quais a produção, a comercialização, o transporte e o consumo de alimentos garantam uma alimentação  realmente nutritiva", afirmou Graziano da Silva, lembrando que o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável2insta a erradicar todas as formas de má nutrição. "O consumo de produtos locais frescos que substituam os alimentos altamente processados também é fundamental", acrescentou.

O Diretor-Geral da FAO enfatizou que o mundo está testemunhando uma "epidemia mundial" de sobrepeso e obesidade que está aumentando tanto nos países desenvolvidos e como nos em desenvolvimento.

De acordo com os últimos dados da FAO, mais de 1,9 bilhão de adultos tem excesso de peso no mundo e, destes, mais de 650 milhões são obesos. A situação é especialmente preocupante na América Latina, onde a obesidade afeta 96 milhões de adultos.

A fome continua a ser um problema, mas a sua erradicação é possível

Graziano da Silva lembrou que, em 2015, a América Latina e o Caribe se tornaram um exemplo global, sendo a primeira região do mundo a cumprir as duas metas internacionais de redução da fome. No entanto, de acordo com o Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional na América Latina e no Caribe 2017, o número total de pessoas que sofrem de fome na região aumentou de 40 para 42,5 milhões.

Apesar deste recuo, o Diretor-Geral da FAO está convencido de que o mesmo compromisso político que possibilitou alcançar ambas as metas, conseguirá reverter essa tendência.

Os países, afirmou, devem continuar a apostar em políticas sociais, econômicas e produtivas mais inclusivas, e pelo desenvolvimento dos sistemas legislativos e de governança necessários para promover a segurança alimentar. "Isto é fundamental para alcançar o compromisso da CELAC de atingir a fome zero até 2025", acrescentou.

A este respeito, o Diretor-Geral da FAO agradeceu o trabalho exitoso das Frentes Parlamentares contra a Fome, já estabelecidas em 19 países da região.

Mais proteção social e fortalecimento da agricultura familiar

Em seu discurso, o Diretor-Geral da FAO disse que a combinação de medidas de proteção social com o fortalecimento da agricultura familiar, que gera desenvolvimento local e contribui para a dinamização dos territórios, é crucial para reduzir a pobreza rural e enfrentar as diferentes formas de má nutrição.

Graziano da Silva encorajou os governos a aproveitar a oportunidade oferecida pela Década da Agricultura Familiar proclamada pela ONU (2019-2028), que visa chamar a atenção para as pessoas que produzem mais de 80% da alimentação do planeta e que, paradoxalmente, são muitas vezes as mais vulneráveis à fome.

Mitigação e adaptação às mudanças climáticas

As mudanças climáticas estão afetando profundamente os sistemas agroalimentares em todo o mundo e, em particular, os países da região que sofreram recentemente desastres naturais como o terremoto no México ou os furacões que devastaram enormes territórios na América Central e no Caribe.

Por esse motivo, o Diretor-Geral da FAO pediu aos países que promovam a adaptação da agricultura às mudanças do clima, especialmente para proteger as comunidades rurais pobres.

Nesse sentido, Graziano da Silva forneceu o apoio da FAO para desenhar projetos e mobilizar apoio financeiro por meio, entre outros, do Fundo Verde do Clima (FVC). Na semana passada, o Fundo aprovou a primeira proposta de financiamento da FAO: um projeto de mitigação e adaptaçãoàs mudanças climáticas de US $ 90 milhões, desenvolvido conjuntamente pela FAO e o Governo do Paraguai.

Graziano da Silva também chamou a atenção para a importância de preservar a biodiversidade na região, lar de uma grande variedade de espécies de plantas e animais importantes para a agricultura, a alimentação e o turismo. Fonte: FAO- Brasil.

 

FAO PEDE APOIO DE GOVERNOS E SETOR PRIVADO PARA COMBATER FOME E OBESIDADE NA AMÉRICA LATINA

 

 

Na Jamaica, a 35ª Conferência da FAO para a América Latina e o Caribe começou com um apelo do organismo das Nações Unidas por mais esforços pelo fim da fome. Na abertura do encontro, na segunda-feira (5), o representante da agência, Julio Berdegué, lembrou que a fome voltou a crescer e já afeta 42,5 milhões de pessoas na região. Evento tem quórum inédito, recebendo pela primeira vez delegações de todos os 33 países-membros da FAO a nível regional.

Na Jamaica, a 35ª Conferência da FAO para a América Latina e o Caribe começou com um apelo do organismo das Nações Unidas por mais esforços pelo fim da fome. Na abertura do encontro, na segunda-feira (5), o representante da agência, Julio Berdegué, lembrou que 42,5 milhões de pessoas não têm o que comer na região. Evento tem quórum inédito, recebendo pela primeira vez delegações de todos os 33 países-membros da FAO a nível regional.

“Em termos de participação, esta é a conferência mais assistida nos 40 anos da história da FAO na América Latina e no Caribe”, afirmou Berdegué. Além de 37 ministros e vice-ministros, também estão presentes cerca de 50 observadores de ONGs, sociedade civil, setor privado e academia. Um total de 250 pessoas, o dobro do número médio das conferências passadas, participarão do evento, que se encerra na próxima quinta-feira (8).

“Isso demonstra pelo menos duas coisas: a preocupação dos países em relação ao fato inédito, não visto em duas décadas, do aumento da fome, da obesidade e da pobreza rural e também é um reconhecimento do trabalho que a FAO vem fazendo junto aos países nos últimos dois anos”, acrescentou o representante da agência da ONU.

De 2015 para 2016, o número de latino-americanos e caribenhos passando fome aumentou em 2,4 milhões. Para reverter essas tendências negativas, Berdegué pediu aos países-membros da FAO um mandato político claro para que a Organização possa concentrar seus esforços e recursos em iniciativas que tenham um impacto em grande escala.

“A América Latina e o Caribe já demonstraram que podem reduzir a fome, (a região) cumpriu esse Objetivo de Desenvolvimento do Milênio. É algo que já fizemos, e muito bem. Mas acreditamos que a tarefa já estava cumprida. No entanto, os números estão nos dizendo que não”, alertou o dirigente. Berdegué disse que a solução do problema consiste em considerar o combate à fome “uma prioridade política”.

O especialista também elogiou a participação de representantes de empresas no evento, mas cobrou compromissos com as pautas de saúde e alimentação das Nações Unidas.

“Estamos muito satisfeitos por ter o setor privado sentado à mesa para discutir. Eles nos dizem que querem fazer parte da solução para os problemas da má nutrição e da obesidade. Esta boa intenção tem que ser traduzida em ações concretas. Precisamos de mudanças nas grandes empresas de alimentos para vencer a epidemia de obesidade, da mesma maneira que precisamos de melhores políticas públicas”, defendeu Berdegué.

A conferência é a mais alta instância decisória da FAO a nível regional e definirá prioridades para o trabalho do organismo da ONU para os próximos dois anos.

FAO Firma Parceria com Banco Caribenho

Também na segunda-feira (5), a FAO anunciou um acordo com o Banco de Desenvolvimento do Caribe, o CDB, na sigla em inglês. Além de permitir à FAO a realização de novas iniciativas com fundos do organismo financeiro, a parceria vai aprimorar a assistência técnica já oferecida pela agência das Nações Unidas em projetos implementados com recursos do banco.

“Precisamos de vínculos mais estreitos entre a FAO e outros parceiros para o desenvolvimento se quisermos abordar os principais desafios que ameaçam a segurança alimentar regional: o aumento da fome e do sobrepeso, a pobreza rural e as mudanças climáticas”, disse a coordenadora sub-regional interina da agência da ONU para o Caribe, Lystra Fletcher-Paul.

A cooperação também prevê que a FAO e o banco prestem assistência conjunta aos países que sejam membros das duas instituições. Fonte: ONU/Brasil.

 

PRONAF SAFRA 2017/2018 DE JULHO A FEVEREIRO

Crédito Rural Cresce 11% de Julho a Janeiro,

PRONAMP Cresce 19% e o PRONAF Cresce Apenas 3%

Números indicam concentração e exclusão no Agro brasileiro

No período julho a fevereiro, o PRONAF aplicou R$15,75 bilhões em 988.137 contratos uma redução de 3,6% no número de contratos e um acréscimo de 3% no volume de recursos, em relação à safra 2016/2017, quando foram aplicados R$15,29 bilhões em 1.024.820 contratos.

No mesmo período, em todas as linhas de crédito, foram realizados 1.383.700 contratos e aplicados R$107,9 bilhões de reais. No PRONAMP foram realizados 114.978 contratos e aplicados R$13,32 bilhões.

No microcrédito produtivo rural, concentrado no Nordeste, houve uma redução de 3,7% no número de contratos e um crescimento de 21% no volume de recursos. Os recursos aplicados nestes oito meses foram de R$1,31 bilhão em 433.579 contratos. Na safra 2016/2017 no mesmo período foram aplicados R$ 1,09 bilhões em 450.035 contratos. A redução no número de contratos no Nordeste acompanha o que está ocorrendo em todas as outras regiões.

No PRONAF custeio agrícola, tivemos uma aplicação de R$8,84 bilhões em 372.155 contratos, uma redução de 6,5% no número de contratos mantendo o mesmo valor aplicado em relação ao mesmo período da safra 2016/2017 quando foram aplicados R$ 8,85 bilhões em 396.649 contratos. A participação do PRONAF custeio em relação ao total de recursos liberados pelo PRONAF ficou em 56%.

O PRONAMP vem apresentando um bom desempenho nesta safra. De julho a fevereiro foram aplicados R$13,32 bilhões em 114.978 contratos, um crescimento de 4,5%  no número de contratos e de 19% no volume de recursos, em relação a safra 2016/2017, quando foram aplicados R$11,20 bilhões em 109.965 contratos. O PRONAMP aplicou o equivalente a 85% dos recursos aplicados no PRONAF e realizou o equivalente a 11,6 % dos contratos realizados pelo PRONAF. 

Em relação ao volume de crédito total aplicado no período, 107,9 bilhões em 1.383.700 contratos, o PRONAF foi responsável por 14,6% dos recursos liberados e por 71,4% dos contratos realizados. Os mesmos índices de concentração dos anos 70 durante a Revolução Verde. E por falar em concentração, a estagnação no volume de recursos aplicados pelo PRONAF, a redução do número de contratos e do volume de recursos aplicados no custeio, comparados ao crescimento do PRONAMP e do credito para a agricultura empresarial, apontam para um crescimento da escala de produção no Agro brasileiro e da exclusão de um número significativo de agricultores familiares de menor escala de produção.

A reestruturação do Banco do Brasil excluindo agencias, reduzindo o número de funcionários, implantando o correspondente bancário, ampliando as exigências e burocracia para o acesso ao crédito, vem reduzindo o numero de contratos e de agricultores atendidos.

A redução de recursos do Programa Nacional de ATER é outro fator que dificulta a informação e ou a participação efetiva da ATER para facilita o acesso do PRONAF pelo agricultor familiar.

A política econômica do governo restringindo equalização para linhas de investimentos reduz a oferta efetiva do crédito impedindo a oferte real dos R$24 bilhões do Pronaf mais os R$6 bilhões do PRONAMP.

O alto custo de algumas linhas do PRONAF com juros de 5,5% somados ao pagamento de prêmios para o seguro rural que para algumas culturas chegam a 5,5% tem inviabilizado o acesso a algumas linhas de custeio como o milho safrinha e a soja ou linhas como o Pronaf Semiárido. Fonte: BACEN, Artigo – Doutor Valter Bianchini Oficial Nacional de Programas FAO Brasil.

 

CAMINHOS DO CAMPO MOSTRA A PUJANTE AGROINDUSTRIALIZAÇÃO PARANANESE E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A ECONOMIA PARANAENSE

 

 

Na busca do desenvolvimento rural sustentável é preciso que a atividade rural seja economicamente viável, ambientalmente correta e socialmente justa. As atividades antes da porteira (fornecimento de máquinas e insumos) e pós porteira (agregação de valor) são os agregados econômicos mais importantes por serem setores concentrados em termos de produtores dos bens (antes) e disputarem nas redes de varejo o gosto e preferência dos consumidores.

O programa de TV, da RPC (Rede Paranaense de Televisão) “Caminhos do Campo” produziu uma série “Caminhos da Agroindústria Paranaense” onde em quatro programas mostra o que significa a agregação de valor nos produtos primários produzidos no Paraná. Links vídeos.

1º Vídeo da série Agroindustrialização Paranaense de 07 de Janeiro 2018 – “Metade do Faturamento das Cooperativas Paranaenses vem da Agroindustria”

http://g1.globo.com/pr/parana/caminhos-do-campo/videos/v/metade-do-faturamento-das-cooperativas-paranaenses-vem-da-agroindustria/6401917/

 

2º Vídeo da série Agroindustrialização Paranaense de 14 de Janeiro 2018 – “Avanços da Industrialização na Piscicultura, Avicultura e Suinocultura”

https://g1.globo.com/pr/parana/caminhos-do-campo/noticia/veja-a-segunda-reportagem-da-serie-caminhos-da-agroindustria-paranaense.ghtml

 

3º Vídeo da série Agroindustrialização Paranaense de 21 de Janeiro 2018 – “Cadeia Leiteira Paranaense”

http://g1.globo.com/pr/parana/caminhos-do-campo/videos/t/edicoes/v/a-cadeia-leiteira-na-terceira-materia-da-serie-caminhos-da-agroindustria-paranaense/6432956/

 

4º Vídeo da série Agroindustrialização Paranaense de 28 de Janeiro 2018 – “Agroindústria Familiar Fatura 9 milhões por Ano na Região de Maringá”

https://g1.globo.com/pr/parana/caminhos-do-campo/noticia/agroindustria-familiar-fatura-r-9-milhoes-por-ano-na-regiao-de-maringa-diz-emater.ghtml

 

PROJETO DE SELEÇÃO E PRODUÇÃO DE ABELHAS RAINHAS DESENVOLVIDO PELA EPAGRI

 


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Método de seleção e produção de rainhas de abelhas apis melliferas desenvolvido pela EPAGRI passa a integrar à plataforma de boas práticas para o desenvolvimento sustentável.

O Estado de Santa Catarina é o terceiro maior produtor nacional de mel, com aproximadamente 10.000 apicultores envolvidos na atividade. Entretanto, até o ano de 2010 verificavam-se baixos índices de produtividade comparado ao potencial existente no Estado. A média atingia apenas 12,5 kg/colmeia/ano, ficando abaixo da média nacional de 18 kg/colmeia/ano (IBGE, 2012). Foi com esse cenário que a EPAGRI realizou um levantamento de dados sobre o setor e identificou que a baixa produtividade dos apiários, aliada à constante mortalidade de colônias, era devida, principalmente, à falta de um manejo adequado destas. A presença de rainhas de origem desconhecida, a falta da percepção da importância de se efetuar a substituição periódica das rainhas e de que estas fossem selecionadas com maior rigor técnico para a finalidade produtiva que se pretendia eram fatores que contribuíam para a queda da produção.

Diante desses desafios, no ano de 2010, a Epagri (Estação Experimental de Videira – EEV) iniciou um projeto de seleção massal e produção de rainhas com a utilização do método de transferência de larvas. Aplicam-se tecnologias que permitem a produção, em larga escala, de rainhas selecionadas pelo método massal, com ênfase na resistência à doenças e parasitas e com alta produtividade de mel. O método utilizado para a produção das rainhas permite eleger as colônias que darão origem às rainhas, bem como, determinar a qualidade destas, uma vez que, é possível selecionar as que apresentam melhores características morfológicas, como peso e tamanho ao nascer.

Hoje em dia, o projeto tem atuação em todo Estado de Santa Catarina, porém com ênfase nas regiões do Planalto Norte e Meio Oeste. São mais de 50 apicultores que integram o projeto e utilizam das técnicas repassadas pela Epagri. Dentre os resultados mais relevantes da prática destacam-se: incremento de 8 toneladas de mel por safra, ou seja, um incremento de cerca de 30% na produção; melhoria sanitária dos apiários do Estado, por meio do estabelecimento de um plantel de colônias com maior comportamento higiênico e menor infestação por Varroa destructor; aumento da prática de substituição periódica de rainhas e incentivo à produção de rainhas por parte dos apicultores. Para mais informações sobre a metodologia de implantação e os desafios da prática acesse: https://goo.gl/LQC94W. Por Felipe Alessio, Consultor da FAO – Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável.